Objetivos do Ministério de Integração

  • Recepcionar os visitantes que chegam a Igreja, oferecendo nossa amizade e dando a eles toda a condição de ouvirem do evangelho de Jesus Cristo.
  • Evangelizar estes visitantes, estabelecendo um contato mais próximo, através de cartas e visitas.
  • Integrar estes visitantes visando o entrosamento dos mesmos com as principais atividades da Igreja.

Integrantes da Equipe

  • Lideres: José Nailton Mota
  • Supervisão: Rev. Gilberto Pires de Moraes

Integração de Novos Convertidos

  1. Integração bem sucedida é baseada em evangelismo firme.
    Toda a apresentação do evangelho tem que ser clara, objetiva e sem rodeios.
    Isto implica numa mensagem bíblica, cristocêntrica, autêntica.
  2. Integração bem sucedida sugere uma recepção genuinamente cristã.
    Isto implica saber que "uma alma vale mais do que o mundo inteiro..."
    Implica em receber a pessoa com simpatia, educação e interesse genuíno pela 
    sua vida, pela sua pessoa. Procure saber seu nome, suas necessidades, e expresse sua alegria em recebê-lo em nossa igreja.
  3. Integração bem sucedida é baseada na participação da Igreja.
    Temos a tarefa de evangelizar os visitantes e levá-los a compreender que o ambiente de crescimento do regenerado é a Igreja.
  4. Igreja bem sucedida depende da perseverança na doutrina.
    Temos aqui o desafio de levar o visitante a entender os desígnios de Deus revelados na Palavra;
    Temos aqui o período inicial de integração do visitante, culminando em 4 áreas básicas de crescimento: vida cristã, visão panorâmica da Bíblia, Doutrina e Serviço Cristão.

O processo de acompanhamento

A. O acompanhamento começa no culto;

B. O acompanhamento continua com a visita imediata;

C. O acompanhamento semanal por três meses no mínimo;

D. O acompanhamento compreende os três estágios do discipulado: dependência, independência e interdependência

A Recepção: Conversando com o Visitante

A. Primeiro fale com Deus. "Antes de falar de Deus as pessoas, fale com Deus sobre as pessoas..."

B. Em segundo com as pessoas

Regras de Comunicação

  1. Deixe que a pessoa fale;
  2. Use uma linguagem que ela entenda;
  3. te de seus interesses e necessidades;
  4. Observe as atitudes dela.

Objetivos da Visitação

  1. Ganhe a amizade e a confiança da pessoa visitada. (Simpatia e empatia).
    Aprenda os nomes das pessoas e mostre interesse pela pessoa e família.
    Anote cuidadosamente os dados da pessoa...
    Nunca discuta, se não puder responder a uma pergunta, admita-o com franqueza.
    Nunca fale de modo áspero e não “apele” caso as pessoas não lhe dêem ouvidos.
  2. Descubra seu estado espiritual para poder ajudá-la.
    Procure saber se a família conhece o evangelho, se freqüenta outra igreja ou 
    alguma religião.
    Permita que a pessoa se expresse. Trabalhe a partir das necessidades da pessoa.
    Procure conduzir a pessoa a Jesus Cristo, e ajude-a nos seus conflitos e dilemas.
  3. Convide a pessoa e sua família para irem a igreja e à escola dominical.
  4. Prepare o caminho para que o visitante volte outra vez (Consultar, Cultivar, Converter, Conservar).

Propósitos da Visitação

"...E foste ver-me..." Mt.25.36.

  1. Como podemos ter certeza de que todas e cada uma das famílias que vivem na área de nossa responsabilidade recebem testemunho do poder de Cristo? De que modo podemos descobrir os que se interessam pelo evangelho, os transviados, os membros dos diversos grupos étnicos e culturais, fisicamente incapacitados, e outros que não foram alcançados pela Igreja? Isso se consegue pelas visitas de consulta, de casa em casa, até cobrir toda a área. Isto pode ser feito através de um censo religioso, usando no caso, um questionário preparado para tal fim.
  2. Podemos arar a terra, semear a semente do evangelho e colher o fruto maduro, tudo de uma vez, em nossa primeira visita? É possível que algumas pessoas estejam prontas para renderem-se a Jesus tão logo lhes falemos Dele. Outras necessitarão de visita após visita para fortalecer a fé no mensageiro e sua mensagem antes de assistir aos cultos. Em algumas visitas simplesmente cultivaremos a amizade e prepararemos o caminho para um testemunho futuro.
    Campos receptivos por cultivar: a) visitantes à igreja; b) amigos e parentes de membros; c) recém-chegados à área; d) os que manifestaram interesse; e) enviados à igreja por várias fontes.
  3. A conversão é a principal finalidade da evangelização pela visitação; é o ponto central. Os propósitos e as atividades de consultar, cultivar e conservar se dirigem para ela, seja para preparar as pessoas para a conversão, seja para consolidá-las nela.
  4. A igreja não pode ser como rodoviária (muitos entram e muitos saem). As portas dos fundos pode ser fechada com a visitação. Aqui entra o “discipulado”, onde um irmão “mais velho” vai acompanhar este irmão (ã) ou família mais de perto. É necessário que haja um “apadrinhamento” destas pessoas, de sorte que elas possam ser trabalhadas para futuramente reproduzirem.
    Em todos estes pontos é necessário que haja:
    Oração: Sem a ação do Espírito Santo, nada somos e nada podemos fazer...
    Ação: Sensibilidade as necessidades das pessoas

    Inspiração: (fazer uso de testemunhos de obreiros e pessoas visitadas).

Leituras Sugeridas

  • O Ministério da Visitação. 4 Ed. John T. Sisemore. 121 págs. Ed. Juerp.
  • Integração de novos convertidos. Dennis Lester Blackmon. Ed. Vida Nova. 101 páginas.
  • A formação de um discípulo. Keith Philipps
  • O plano mestre de evangelismo. Ed. Mundo Cristão.143 págs.